Programa

17:00 Cerimónia de Abertura

Estratégias de comunicação em tempos de pandemia

Felisbela Lopes

Professora Associada com Agregação da Universidade do Minho. Investigadora nas áreas da informação televisiva, do jornalismo da saúde e das fontes de informação. Comentadora residente da RTP para os temas de comunicação. Colunista semanal do Jornal de Notícias. Universidade do Minho

A conferencista analisará a forma como os jornalistas e meios de comunicação em Portugal estão a efetivar a cobertura noticiosa da pandemia, partindo para tal de um trabalho de campo que tem vindo a desenvolver.

18:30 Simpósio Novartis - O papel da MGF na gestão do doente com Insuficiência Cardíaca
21:00 Workshop - Prescrição de Exercício Físico na Grávida

Coordenação: Grupo de Estudos de Exercício Físico e Nutrição APMGF (GENEF) 

Dinamizadores

Paulo Brites Fernandes
Médico Interno de MGF. USF Águeda + Saúde, ACES Baixo Vouga, ARS Centro. Pós-graduação em Medicina Desportiva 

Andreína Fernandes
Médica de Família. UCSP Vale do Arunca, ACES Pinhal Litoral, ARS Centro

Ana João Moreira
Médica Interna de MGF. USF Vimaranes, ACES Alto Ave, ARS Norte

Diogo Lima
Médico de Família. UCSP Lapa, Aces Lisboa Central, Pós-Graduação em Medicina Desportiva

17:00 Comunicações Livres
18:30 Workshop - Esclarecer dúvidas clínicas

Dinamizadores

David Rodrigues
Médico de Família. Assistente Convidado na Unidade Medicina Geral e Familiar, Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa. Formador de cursos de Qualidade e cursos de avaliação de literatura médica (CALM). Coordenador do projeto Evidentia Médica

Catarina Viegas Dias
Médica de Família. UCSP Olivais, ACES Lisboa Central, ARSLVT. Docente afiliada da Nova Medical School. Formadora nos cursos de avaliação de literatura médica (CALM). Membro da Comissão de Avaliação de Tecnologias de Saúde, Infarmed

21:00 Comunicações Livres
17:00 Comunicações Livres
18:30 Workshop - Gestão da Dor no idoso – uma abordagem prática

Coordenação: Grupo de Estudos da Dor APMGF

Dinamizadores

Raul Marques Pereira
Médico de Família. USF Lethes, ULS Alto Minho, ARS Norte 

Ana Sofia Vieira Barbosa
Médica Interna de MGF. USF Lethes, ULS Alto Minho, ARS Norte

21:00 Comunicações Livres
17:00 Comunicações Livres
18:30 Workshop - Capacitação do Médico de Família na Contraceção Intrauterina

 

  • O papel do Médico de Família da contraceção
  • Apresentação novo curso prático
  • Update em Contraceção Intrauterina

 

21:00 Simpósio GSK

Hot Topics na prevenção

Efeitos da DPOC e Doença Invasiva Meningocócica podem ser evitados ou mitigados  

 
A prevenção em saúde vai estar em grande destaque no Encontro Nacional deste ano, graça ao simpósio «Hot topics na prevenção», apoiado pela GlaxoSmithKline (GSK). Nesta sessão será abordado, em particular, o novo paradigma no tratamento da doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) centrado na terapêutica tripla e o contexto atual e futuro da vacinação contra a doença invasiva meningocócica. 
 
A DPOC foi a sexta causa de morte mais comum no mundo em 1990, prevendo-se que em 2030 seja a terceira, estando já em quarto lugar nos países desenvolvidos com aproximadamente 2,75 milhões de mortes por ano. A estratégia terapêutica defendida nas recomendações da Iniciativa Global para a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (GOLD), já desde a atualização de 2019, aponta para a utilização da terapêutica tripla (ICS/LABA/LAMA) em doentes follow-up que estavam em tratamento com  ICS/LABA ou LABA/LAMA, com o objetivo de reduzir agudizações e/ou sintomas e por sua vez reduzir a mortalidade destes doentes. Nesta sessão, serão discutidos as principais atualizações das recomendações GOLD 2020, qual o significado de prevenção no tratamento da DPOC e como a terapêutica tripla pode impactar o tratamento destes doentes.        
 
Já relativamente à doença meningocócica invasiva, esta é uma doença com uma elevada letalidade (5 a 14%) e uma frequência significativa de sequelas graves (cerca de 20%), mesmo com tratamento apropriado. Embora estejam descritos 13 grupos, a quase totalidade dos casos de doença são provocados pelos grupos A, B, C, Y, W e X. A forma mais eficaz de controlo da infeção meningocócica é a prevenção através da vacinação.
Para além da vacina conjugada contra o meningococo C, incluída no Programa Nacional de Vacinação (PNV) desde 2006 (levando à quase ausência de casos de doença por este grupo nos últimos anos), surgiu também recentemente a decisão de incluir a vacina contra a MenB no Programa Nacional de Vacinação (PNV). Esta decisão permitirá, a partir de outubro de 2020, aumentar a taxa de cobertura das crianças abrangidas pelo PNV, protegendo um dos grupos etários em maior risco para esta doença. Mas e após a efetiva implementação do novo PNV? Que desafios se perspetivam no horizonte em relação à vacinação contra a MenB? 
E em relação aos restantes grupos? O que pode ainda ser feito e que “armas” temos à nossa disposição? 
No simpósio serão analisados aspetos clínicos da doença e a sua epidemiologia, com exemplos de casos clínicos reais. Serão também apresentados os mais recentes resultados de efetividade e avaliado o impacto da vacinação em populações de várias partes do mundo. 
17:00 Comunicações Livres
18:30 Comunicações Livres
21:00 Workshop - Gestão de multicomorbilidade na pessoa idosa

Coordenação: Grupo de Estudos de Saúde do Idoso APMGF         

Dinamizadores

Ana Vieira
Médica Interna de MGF. UCSP Barcelos / Alheira, ACES Cávado III - Barcelos / Esposende, ARS Norte

Andreia Eiras
Médica de Família. USF Rainha D. Amélia, ACES Porto Ocidental, ARS Norte
Assistente convidada equiparada a Professora Auxiliar da Escola de Medicina da Universidade do Minho

Liliana Silva
Médica Interna de MGF, USF Serpa Pinto, ACES Porto Ocidental, ARS Norte

Maria João Macedo
Médica de Família. USF de Tadim, ACES Cavado I – Braga, ARS Norte.Pós-graduação em Geriatria

09:00 Na hora do interno: Internato em Tempos de Pandemia
10:00 As múltiplas faces da Demência

O envelhecimento da população tem levado ao incremento dos casos de demências, estimando-se cerca de 160.000 doentes em Portugal, dos quais 50-70% corresponderão a Doença de Alzheimer e cerca de 76.000 estão medicados com fármacos antidemenciais. O Médico de Família segue as pessoas ao longo da vida, pelo que pode intervir na prevenção das demências, diagnóstico precoce, referenciação atempada, paliação de sintomas e abordagem do impacto da doença no doente, nos cuidadores e na família. Esta mesa procura reunir colegas de várias especialidades e com diferentes competências para se discutirem gold standards do seguimento do doente com demência, na perspetiva do médico de família, de forma abrangente e tirando partido da rede de cuidados de saúde atualmente disponível.

11:00 Carreira Médica - avançar é preciso!
12:00 Simpósio Grunenthal - O porquê de uma consulta de dor nos Cuidados de saúde Primários

Em 2015, a USF Lethes, que serve cerca de 16.000 utentes e está inserida na ULS do Alto Minho, criou a primeira consulta em Portugal dedicada à avaliação e tratamento de Dor Crónica em Cuidados de Saúde Primários (CSP). Esta consulta é suportada num protocolo de referenciação e atuação baseado na melhor evidência científica disponível.

Sempre que o Médico de Família faz o diagnóstico de dor crónica a um utente, pode encaminhá-lo a esta consulta para que tenha um seguimento específico ao nível da avaliação e tratamento da dor. A consulta de dor é realizada por um médico da USF Lethes com formação específica em conjunto com uma enfermeira da mesma unidade. O acesso à consulta é rápido (tempo médio de espera de 15 dias) e o utente é acompanhado até ter a dor controlada. A monitorização da evolução clínica é feita através de escalas de dor e de qualidade de vida, validadas para Portugal.

Até ao momento foram realizadas cerca de 2000 consultas tendo-se verificado que mais de 80% dos utentes da consulta de dor estão muito satisfeitos com esta consulta e que mais de 70% mostraram uma melhoria importante nos scores de dor e de qualidade de vida. Em média o controlo de dor atinge-se em 3 meses.

O protocolo de consulta foi atualizado em 2018 com uma revisão da evidência publicada. Com esta atualização torna-se possível replicar este modelo e desenvolver uma consulta específica por Centro de Saúde permitindo a criação de uma “via verde” para o tratamento de Dor em Portugal.

14:30 Simpósio LEO Farmacêuticos
Psoríase: fisiopatologia, tratamento e o papel da MGF na gestão da doença
 
A psoríase é uma doença inflamatória crónica que afeta cerca de 2-3% da população, com um impacto relevante na qualidade de vida dos doentes. Trata-se de uma patologia imuno-mediada, inflamatória, sistémica, que envolve não só a pele, mas igualmente as articulações e outros órgãos e sistemas, particularmente o cardiovascular. A incidência e prevalência aumentada de comorbilidades como a obesidade, diabetes, hipertensão e dislipidémia associada à aterosclerose acelerada decorrente da inflamação sistémica, resulta num aumento de doença cardiovascular e uma diminuição da esperança média de vida em cerca de 5-7 anos.
A fisiopatologia da psoríase envolve fatores genéticos e ambientais e a ativação do sistema imune inato e adaptativo, com a participação de múltiplas células e citocinas inflamatórias.
Clinicamente, distinguem-se vários subtipos, sendo a psoríase crónica em placas a mais comum, a qual representa cerca de 70-80% dos casos. Ccaracteriza-se por placas eritematosas recobertas por descamação prateada, que se localizam essencialmente aos cotovelos, joelhos, região lombo-sagrada e couro cabeludo. 
O tratamento da psoríase engloba terapêutica tópica, fototerapia, terapêutica sistémica convencional e terapêutica biológica e deve ser escolhido a caso a caso, tendo em conta não só a gravidade da doença, mas igualmente as comorbilidades do doente. Por fim, é igualmente importante a educação do doente no sentido da adoção de um estilo de vida saudável com perda de peso, cessação tabágica e atividade física.
15:30 Medicação na gravidez

A gravidez é um processo fisiológico, vivenciado por milhares de mulheres ao longo do tempo. Embora não seja um estado de doença, muitas mulheres apresentam condições patológicas que podem justificar a necessidade de medicação. Os Médicos de Família são um elemento chave na vigilância das grávidas e são muitas vezes a primeira linha a quem estas recorrem em situações de doença. O conhecimento da medicação que não acarreta risco para a grávida, nem para o feto, é essencial para garantir a qualidade da sua vigilância ao longo do seu processo assistencial. Nesta sessão pretende abordar-se as principais condições com as quais os Médicos de Família lidam na sua prática, nomeadamente lombalgia, rinite/ sinusite, cefaleia/enxaqueca, antibioterapia, depressão, diabetes, hipertensão, gastroenterite, cistite, entre outras. Através de uma apresentação dinâmica e com recurso a casos clínicos, será feita a sistematização das opções terapêuticas em diferentes contextos clínicos.

16:30 Custos e carga de Doença Aterosclerótica
17:30 CONFERÊNCIA - Oftalmo Topics

Diagnóstico precoce do Retinoblastoma

O Retinoblastoma é o tumor ocular maligno mais comum em idade pediátrica. No nosso País existem cerca de 6 a 8 novos casos por ano. Em 90 % dos casos aparecem antes dos 5 anos, sendo a idade média de diagnóstico de 12 meses nos casos bilaterais e de 24 meses nos unilaterais. A principal manifestação clínica deste tumor é a Leucocória e ocorre em 60 % dos casos

O seu diagnóstico e tratamento precoce são essenciais, já que quando é tratado numa fase em que ainda está confinado ao globo ocular, a sua taxa de sobrevivência é superior a 95%, mas cai de forma abrupta quando o tumor invade a órbita ou metastiza à distância, podendo levar à morte.

A pesquisa do reflexo vermelho é a forma mais eficaz para diagnosticar precocemente este tumor. A fotografia com flash também é uma arma importante no diagnóstico precoce e muitas vezes é o primeiro sinal de alarme para os pais destas crianças. Todas as crianças devem ser rastreadas desde que nascem e pelo menos até aos 5 anos de idade.

18:30 GPS na Dermatologia – Guia de Pintas e Sinais

Os motivos de consulta relacionados com patologias dermatológicas estimam-se que sejam cerca de 20% das consultas realizadas no âmbito da Medicina Geral e Familiar.

Contudo, dada a vastidão de alterações cutâneas que podem surgir, os Médicos de Família podem não estar completamente familiarizados com as queixas dermatológicas que lhes surgem na prática diária. Mais ainda, diferentes patologias podem ter apresentações muito semelhantes e serem difíceis de diagnosticar.

Nesta sessão pretende abordar-se lesões dermatológicas muito frequentes, mas que tantas vezes levantam dúvidas e que podem ser confundidas entre elas: nevos, dermatofibromas, queratoses seborreicas, quistos, entre outras.

Através de uma apresentação dinâmica e com recurso a imagens exemplificativas, será feita a sistematização destas lesões e discutida qual a orientação que deve ser dada a cada uma.

17:00 Comunicações Livres
18:30 Workshop - Diabetes Mellitus no Adulto: Diferentes Fenótipos, Diferentes Abordagens

Coordenação: Grupo de Estudos da Diabetologia APMGF          

Dinamizadores

Manuel Rodrigues Pereira
Médico de Família. UCSP de Alcochete, ACES Arco Ribeirinho, ARS LVT

Ângela Santos Neves
Médica de Família. USF Araceti, ACeS Baixo Mondego, ARS Centro

Daniela Correia
Médica de Família. UCSP Vagos II - ACeS Baixo Vouga, ARS Centro

Luiz Miguel Santiago
Médico de Família. USF Topázio, ACES Baixo Mondego, ARS Centro. Professor Associado com Agregação, Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra

21:00 Comunicações Livres
17:00 Comunicações Livres
18:30 Workshop - Asma

Coordenação: Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias APMGF (GRES)

Dinamizadores

Jaime Correia de Sousa
Médico de Família. USF Horizonte, ACES Matosinhos, ARS Norte. Professor Associado Escola de Medicina da Universidade do Minho

João Ramires
Médico de Família. UCSP de Cascais, ACES Cascais, ARS LVT. Equipa Regional de Apoio ARSLVT

Cláudia Vicente
Médica de Família. USF Araceti, ACES Baixo Mondego, ARS Centro. Membro GRESP (Coordenação)

Nuno Pina
Médico de Família. USF Tondela, ACES Dão Lafões, ARS Centro. Membro GRESP

 

21:00 Comunicações Livres
17:00 Comunicações Livres
18:30 Workshop - Entrevista clínica de um adolescente em MGF

Coordenação: Grupo de Estudos da Família APMGF          

Dinamizadores

Ana Rita Matos
Médica de Família. USF Lusa, ACES Lisboa Ocidental e Oeiras, ARS LVT

Clara Gonçalves
Médica de Família. UCSP Barcarena, ACES Lisboa Ocidental e Oeiras, ARS LVT

21:00 Comunicações Livres
17:00 Comunicações Livres
18:30 As 10 evidências clínicas de 2019
19:00 Cerimónia Encerramento

Entrega dos Prémios de Comunicações Orais e Posters

Este programa pode estar sujeito a alterações. Se optar por imprimir verifique se a versão de impressão é a mesma que se encontra online.

Versão: 1596221708
keyboard_arrow_left Voltar