Programa

17:00 Cerimónia de abertura

 

Dra. Marta Temido, Ministra da Saúde

Dr. Miguel Guimarães, Bastonário da Ordem dos Médicos

Dr. Rui Nogueira, Presidente da APMGF

17:30 Conferência inaugural

Estratégias de comunicação em tempos de pandemia

Felisbela Lopes

Professora Associada com Agregação da Universidade do Minho. Investigadora nas áreas da informação televisiva, do jornalismo da saúde e das fontes de informação. Comentadora residente da RTP para os temas de comunicação. Colunista semanal do Jornal de Notícias. Universidade do Minho

A conferencista analisará a forma como os jornalistas e meios de comunicação em Portugal estão a efetivar a cobertura noticiosa da pandemia, partindo para tal de um trabalho de campo que tem vindo a desenvolver.

18:30 Simpósio Novartis - O papel da MGF na gestão do doente com Insuficiência Cardíaca

Moderador:      Rui Nogueira
                        Médico de Família. USF Norton de Matos, ACES Baixo Mondego. ARS Centro

Nuno Jacinto
Médico de Família. USF Salus, ACES Alentejo Central, ARS Alentejo

Óscar Barros
Médico de Família. UCSP Azambuja, ACES Estuário do Tejo, ARS LVT

A IC é uma síndrome clínica caracterizada por sintomas típicos (falta de ar, edemas e cansaço), que poderá ser acompanhada por sinais (pressão venosa jugular aumentada, crepitações pulmonares e edema periférico), causada por uma anomalia cardíaca estrutural e/ou funcional, resultando numa redução do débito cardíaco e/ou incremento das pressões intracardíacas em repouso ou durante períodos de stress1.

Os doentes com IC-FER permanecem em risco elevado de progressão da doença e morte2,3,4, daí ser de extrema importância tratar e diagnosticar cada vez mais cedo, de forma a reduzir o número de hospitalizações e a progressão da doença.

Deste modo, os Cuidados de Saúde Primários desempenham um papel fundamental na gestão do doente com IC, desde o seu diagnóstico até ao tratamento. É urgente tratar estes doentes!

Este simpósio pretende ser uma conversa dinâmica entre especialistas de Medicina Geral e Familiar com interesse em melhorar a gestão dos doentes com IC, abordando as questões mais importantes ao longo do patient journey do doente e partilhando a vasta experiência que demonstram no tratamento dos mesmos.  Haverá também oportunidade e tempo para interação com os participantes e esclarecimento de questões.

21:00 Workshop - Prescrição de Exercício Físico na Grávida

Coordenação: Grupo de Estudos de Exercício Físico e Nutrição APMGF (GENEF) 

Dinamizadores

Paulo Brites Fernandes
Médico Interno de MGF. USF Águeda + Saúde, ACES Baixo Vouga, ARS Centro. Pós-graduação em Medicina Desportiva 

Andreína Fernandes
Médica de Família. UCSP Vale do Arunca, ACES Pinhal Litoral, ARS Centro

Ana João Moreira
Médica Interna de MGF. USF Vimaranes, ACES Alto Ave, ARS Norte

Diogo Lima
Médico de Família. UCSP Lapa, Aces Lisboa Central, Pós-Graduação em Medicina Desportiva

As mulheres podem alcançar inúmeros benefícios da atividade física regular durante a gravidez. No entanto, pelas alterações fisiológicas inerentes à gravidez, são necessárias precauções especiais. Nessa ótica torna-se essencial dotar os Profissionais de Saúde de conhecimentos que permitam fazer uma prescrição adequada, assim como capacitar as grávidas para a realização de atividade física em segurança.

Os benefícios do exercício físico para a saúde incluem a redução do risco de aumento ponderal excessivo durante a gravidez assim como a prevenção de condições como diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, parto prematuro, varizes e trombose venosa profunda. No que diz respeito aos benefícios psicológicos, o exercício contribui para a diminuição a fadiga, o stress, a ansiedade e depressão, além de melhorar o bem-estar geral da utente. Do ponto de vista da saúde pública, as mulheres ativas durante a gravidez têm maior probabilidade de continuar a atividade física durante o pós-parto.

Os profissionais de saúde são fundamentais na Educação para a Saúde de forma a promover estilos de vida saudáveis como a prática de exercício físico regular.

É importante informar as mulheres dos benefícios do exercício físico no bem-estar da gestante e do bebe, na tentativa de incentivar quer o início quer a manutenção da atividade física regular.

As diretrizes sobre atividade física durante a gravidez fornecem recomendações aos profissionais de saúde sobre como devem realizar a prescrição da atividade física.

São objetivos deste workshop:

  • Conhecer os benefícios versus riscos da prática de exercício físico durante a gravidez;
  • Expor os pontos mais importantes relativamente às Guidelines sobre exercício físico na gravidez;
  • Definir a metodologia de prescrição FITT (frequência, duração, intensidade e tipos de treino);
  • Enumerar as contraindicações para o exercício físico durante a gravidez;
  • Identificar o benefício de determinados exercícios na preparação para o parto;
  • Conhecer a importância do exercício físico no que respeita à saúde mental perinatal.
17:00 Comunicações Livres - Apresentação de Trabalhos de Investigação

Moderadores; Raquel Braga
                        Médica de Família.USF Lagoa, ULS Matosinhos, ARS Norte

                        Arquiminio Eliseu
                        Médico de Família

 

CO059 QUAL A ADESÃO À PRESCRIÇÃO DE SUPLEMENTAÇÃO NA GRAVIDEZ PELOS MÉDICOS DE MEDICINA GERAL E FAMILIAR?

Carla Alexandra Ribeiro da Silva1, Elisabete Pinto2
1ACES Tâmega II Vale do Sousa Sul, 2Universidade Católica Portuguesa e EpiUnit, Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto

CO118 ASSOCIAÇÃO ENTRE TIPOLOGIA DE CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS E REALIZAÇÃO DE IVG - ESTUDO TRANSVERSAL

Beatriz Antunes Chambel Coelho1, Catarina Neves dos Santos2, José Prado Gonzalez3
1USF Novo Mirante, 2USF Ramada, 3Hospital Beatriz Ângelo

CO207 EVOLUÇÃO DA INCIDÊNCIA DE DIABETES 2016-2018 NA REDE MÉDICOS-SENTINELA

Liliana Andreia Vaz Mendes1, Mafalda Sousa-Uva2, Ana Paula Rodrigues2
1USF Tondela, 2Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge

CO259 REFERENCIAÇÃO DE UTENTES À CONSULTA DE ATIVIDADE FÍSICA NUMA UNIDADE DE SAÚDE FAMILIAR

Hugo Alexandre Silva de Almeida1, Joana Fernandes Ribeiro2, Ana Bessa Monteiro1, Maria João Sá3
1USF Barão Nova Sintra, 2USF Faria Guimarães, 3Unidade de Recursos Assistenciais Partilhados - Consulta de atividade Física; USF Covelo

18:30 Workshop - Esclarecer dúvidas clínicas

Dinamizadores

David Rodrigues
Médico de Família. Assistente Convidado na Unidade Medicina Geral e Familiar, Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa. Formador de cursos de Qualidade e cursos de avaliação de literatura médica (CALM). Coordenador do projeto Evidentia Médica

Catarina Viegas Dias
Médica de Família. UCSP Olivais, ACES Lisboa Central, ARSLVT. Assistente Convidada da Nova Medical School.Consultora científica INFARMED, I.P

Ana Rita Jesus Maria
Médica de Família. UCSP Alcântara, ACeS Lisboa Ocidental e Oeiras, ARS LVT. Assistente Convidada da Nova Medical School. Formadora nos cursos de avaliação de literatura médica (CALM), Membro da Comissão de Avaliação de Tecnologias de Saúde, INFARMED, I.P

Gisela Costa Neves
Médica de Família. USF Sesimbra, ACeS Arrábida, ARS LVT. Docente afiliada da Nova Medical School. Formadora nos cursos de avaliação de literatura médica (CALM). Editora da RPMGF

Clara Jasmins
Médica Interna de MGF. USF Venda Nova, ACeS Amadora ARS LVT. Docente afiliada da Nova Medical School. Formadora nos cursos de avaliação de literatura médica (CALM)

Rita Cabrita
Médica de Família. UCSP Olivais, ACES Lisboa Central, ARS LVT

Os melhores cuidados médicos são aqueles que integram as preferências do doente, a experiência do médico e a melhor prova científica disponível. No entanto, a aplicação prática desta ideia é desafiante e os médicos confrontam-se todos os dias com dúvidas clínicas para as quais é difícil saber a melhor resposta. Para ajudar nesta tarefa, têm surgido novas ferramentas de apoio à Prática Clínica Baseada na Evidência que promovem a atualização de conhecimentos e a discussão da informação mais relevante com o doente. No entanto, a investigação clínica diz-nos que a falta de tempo e a falta de preparação na utilização destas ferramentas são obstáculos à prática baseada na evidência no contexto de consulta. O objetivo deste workshop é treinar as competências de pesquisa e aplicação da melhor prova científica disponível a cenários clínicos do nosso dia-a-dia. 

A partir de um caso clínico, em pequenos grupos, iremos elaborar perguntas clínicas pesquisáveis, treinar a procura da prova científica adequada à pergunta formulada e a aplicação da evidência encontrada à prática clínica.

21:00 Comunicações Livres - Apresentação de Relatos de Prática

Moderadores: Raquel Magalhães
                        Médica de Família. UCSP Sertã, ACES Pinhal Interior Sul, ARS Centro

                        Ana Margarida Cruz
                        Médica de Família. USF Bom Porto, ACeS Porto Ocidental, ARS Norte

 

CO058 UM MÊS NA ILHA DO PRÍNCIPE

Maria dos Mártires Gomes da Costa1, Helena Chantre1, Maria Costa2
1USF Eborae, 2Hospital Dr. Manuel Quaresma Dias da Graça

CO100 A MEDICINA FAMILIAR EM NOVA IORQUE: REFLEXÕES DE UM ESTÁGIO

Mariana Rodrigues de Carvalho1, Maria João Loureiro2
1USF Gerações, 2USF SJE Lóios - ACeS Lisboa Central

CO187 RELATO DA EXPERIÊNCIA MULTIDISCIPLINAR APÓS INTERVENÇÃO PILOTO EM GRUPO DE APOIO AOS CUIDADORES

Ana Cristina Franco Spínola1, Belita Machado1
1SESARAM EPE, Centro de Saúde do Bom Jesus, Ilha da Madeira

CO248 366 DIAS - UMA INICIATIVA PARA A PREVENÇÃO DO SUICÍDIO NA ILHA DE SÃO MIGUEL

Nádia Sofia de Matos Lopes1, Ana Carolina Bronze2, Carolina Simas2, Filipa Bento Barros2, Catarina Vais3
1USISM, 2Unidade de Saúde Ilha de São Miguel , 3Unidade de Saúde Ilha do Pico

17:00 Comunicações Livres - Apresentação de Revisão de Tema

Moderadores: Helena Beça
                         Médica de Família. USF Espinho, ACES Espinho/Gaia, ARS Norte

                         Nuno Pina
                         Médico de Família. USF Tondela, ACES Dão Lafões, ARS Centro

 

CO063 DIETA VEGETARIANA: QUAL A EVIDÊNCIA DA SUPLEMENTAÇÃO NA POPULAÇÃO ADULTA?

Adriana Sofia Camões Martins1, Ana Luísa Pinto1, Carla Lunet1, Inês Santos Cruz1
1USF Viriato

CO105 BENEFÍCIO DO ÁCIDO ALFA-LIPÓICO NO TRATAMENTO ADJUVANTE DA SÍNDROME DO TÚNEL CÁRPICO

Catarina Pinto Oliveira1, Cláudia Vieira2, Joana Bento1, Bruno Cêrca2
1USCP DR ARNALDO SAMPAIO, 2USF Corgo

CO140 O MEU SMARTPHONE DIZ QUE É MELANOMA! EVIDÊNCIA DAS APLICAÇÕES MÓVEIS NA AVALIAÇÃO DE LESÕES CUTÂNEAS

Jéssica Carina Afonso Peres1, Natalina Rodrigues1, Rita Ferreira1, Tânia Caseiro1, Miguel Pereira1
1USF Mondego

CO243 DEFEITO COGNITIVO NA DEPRESSÃO – ´´O TRISTE ESQUECIMENTO´´

Maria Leonor Luz Duarte1, Raquel Lobo Cardoso2, Filipa Ramalho Silva3, Ana Monteiro4
1USF Oceanos, ACeS Matosinhos , 2USF Horizonte, ACeS Matosinhos , 3Departamento de Saúde Mental, ULS Matosinhos , 4Serviço de Neurologia, ULS Matosinhos

17:00 Comunicações Livres - Apresentação de Relatos de Caso

Moderadores: Ângela Neves
                         Médica de Família. USF Araceti, ACeS Baixo Mondego, ARS Centro

                         Daniel Beirão
                         Médico de Família. Hospital da Luz de Guimarães


CO024 ÉTICA NAS RELAÇÕES CONJUGAIS E GRAVIDEZ

Liliana Maria Brito Martins Portela1, Catarina de Mendonça Machado Afonso Caetano2, Maria Leonor Leal da Silva Farinha3, Mariana Ferreira Martins Oliveira Santos4, Márcia Gonçalves Lopes1
1USF Descobertas, 2USF Delta, 3USF São Julião, 4USF Linha de Algés

CO141 AUMENTO DO PERÍMETRO ABDOMINAL - VALORIZAR QUANDO O DOENTE DESVALORIZA

Ana Filipa Gonçalves Fernandes1, Patrícia Pimentel Borges2, Ana Carolina C. Marques1, Rute Magalhães1, Tiago Letras Rosa1
1USF Vale do Sorraia, 2USF D. Sancho I

CO153 GRANULOMAS INTESTINAIS: UM CASO DE SOBREPOSIÇÃO DE PATOLOGIAS

Mafalda Nobre Aveiro1, Cátia Brito2, João Baptista3, Melanie Azeredo1, Daniela Emílio1
1USF Ossónoba, 2USF Âncora, 3USF Al-gharb

CO216 LESÃO DE MOREL-LAVALLÉE

Marina Faria1, Diogo Barata de Almeida1
1USF Lusa

18:30 Workshop - Gestão da Dor no idoso – uma abordagem prática

Coordenação: Grupo de Estudos da Dor APMGF

Dinamizadores

Raul Marques Pereira
Médico de Família. USF Lethes, ULS Alto Minho, ARS Norte 

Ana Sofia Vieira Barbosa
Médica Interna de MGF. USF Lethes, ULS Alto Minho, ARS Norte

A dor é definida, segundo International Association for the Study of Pain (IASP), como uma “experiência sensorial e emocional desagradável, relacionada com uma lesão real ou potencial dos tecidos, ou descrita em termos que evocam essa lesão”. Falamos de Dor crónica quando, de forma contínua ou recorrente, existe há 3 meses ou mais, ou quando persiste para além do curso normal de uma doença aguda ou da cura da lesão que lhe deu origem.

A dor crónica moderada a intensa é um sintoma comum entre as pessoas idosas, tanto no domicílio, em internamento ou institucionalizado, e pode ter um forte impacto na sua qualidade de vida. Afeta cerca de 50% dos idosos que vivem na comunidade e atinge cerca de 83% daqueles que estão institucionalizados em lares.1

A dor crónica do idoso tende a ser multifocal, multifatorial, e de intensidade moderada a intensa. Está associada a depressão, diminuição da socialização e da capacidade funcional, alterações do sono e da marcha, síndrome de imobilidade, maior consumo de serviços e aumento dos custos em saúde, aumento do risco de polimedicação e de interações medicamentosas, constituindo um grave problema de saúde pública.2

Este workshop pretende capacitar os médicos de família para uma abordagem mais precoce e eficaz da dor no doente idoso, protegendo-o do sofrimento desnecessário e melhorando a sua qualidade de vida.

 

21:00 Comunicações Livres - Apresentação de trabalhos de Avaliação e Melhoria Continua da Qualidade

Moderadores: Jaime Correia de Sousa
                         Médico de Família. USF Horizonte, ACES Matosinhos, ARS Norte.Professor Associado Escola de                                       Medicina da Universidade do Minho

 

CO124 ADEQUAÇÃO DA PRESCRIÇÃO TERAPÊUTICA NA OTITE MÉDIA AGUDA EM IDADE PEDIÁTRICA

Joana Patrícia Cunha dos Santos1, Sofia Castro Ribeiro2, Marta Costa e Silva1, Cristina Neiva Moreira1, António Carvalho1, Liliana Andrade2
1Unidade de Saúde Familiar Trilhos Dueça , 2Unidade de Cuidados Saúde Personalizados de Tábua

CO173 PRESCRIÇÃO RACIONAL E DESPRESCRIÇÃO DE HIPNÓTICOS/SEDATIVOS/ANSIOLÍTICOS NA POPULAÇÃO IDOSA

Carlos Alexandre de Seiça Cardoso1
1USF Condeixa, Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra

CO203 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA CODIFICAÇÃO DO CÓDIGO DUPLO: K90/K91 DE ACORDO COM A ICPC-2

Marta Costa Cardoso1, Joana Oliveira Silva1, Ângela Santos Neves1
1USF Araceti

CO215 O CONSENTIMENTO INFORMADO NA COLOCAÇÃO DE DISPOSITIVOS ANTICONCETIVOS SUBCUTÂNEOS E INTRAUTERINOS

Tiago Ferreira Moreira da Silva1, Joao Pedro Guerra1, Filipe Vaz1, Liliana Rumor1, Gil Correia1
1USF Marquês de Marialva

17:00 Comunicações Livres - Apresentação de Relatos de Prática

Moderadores: Clara Jasmins
                        Médica Interna de MGF. USF Venda Nova, ACeS Amadora, ARSLVT

         Tiago Maricoto
         Médico de Família. USF Aveiro/Aradas, ACES Baixo Vouga, ARS Centro

 

CO103 RASTREIO OPORTUNÍSTICO E ORGANIZADO DO CANCRO COLO-RETAL NA USF CELASAÚDE

Victoria Radamovschi1, Luís Almeida Pinto1
1USF CelaSaúde

CO229 CONSULTAS COM FAMILIARES: VANTAGENS E DESAFIOS

Nuno Miguel Couto Florêncio1
1USF Gerações - ARSLVT

CO238 “DESCOBERTA A PONTE DO ICE BERG?”

Francisca Cardia1, Paulo Carvalho1, Vanessa Salvador Nunes1
1USF Terras de Azurara

CO250 SEMANA DA DIABETES - ENVOLVER A COMUNIDADE

Liliana Marisa Moreira Alves1, Rui Monteiro2, Liliana Andrade2, Helena Sequeira2, José Coimbra2
1UCSP- Tábua, 2UCSP-Tábua

17:00 Comunicações Livres - Apresentação de trabalhos de Avaliação e Melhoria Continua da Qualidade

Moderadores: Conceição Outeirinho
                         Médica de Família. USF Garcia de Orta, ACES Grande Porto V – Porto Ocidental, ARS Norte

           Nelson Rodrigues
           Médico de Família. USF Arquis Nova, CS Darque, ULS Alto Minho, EPE

 

CO218 PRESCRIÇÃO DE PRODUTOS DE AUTOCONTROLO DA GLICEMIA EM DOENTES COM DM2 NÃO INSULINOTRATADOS

Mariana Filipa Gomes Loureiro1, Mariana Bernardo1, Pedro Bairrada1, Ana Rita Guedes1
1USF Fernando Namora

CO014 DESPRESCRIÇÃO DE IBP EM DOENTES ASSINTOMÁTICOS COM DRGE E/OU ÚLCERA PÉPTICA: MELHORIA DE QUALIDADE

Tânia Filipa Pissarreira Caseiro1, Rita Carvalho Pereira2, Mariana Salgado Bernardo3, Virgínia Abreu Marques4, Ricardo Ramos3
1USF Mondego, 2USF VitaSaurium, 3USF Fernando Namora, 4USF Rainha Santa Isabel

CO054 VACINAÇÃO CONTRA O HPV - A REALIDADE DE 4 UNIDADES DE SAÚDE FAMILIAR

Ana Catarina Simões Viana Carneiro1, Ângela Fernandes2, Magda Durães3, Sara Fernandes4, Sofia Melo4
1USF Alcaides de Faria, 2USF +Carandá, 3USF AmareSaúde, 4USF Bracara Augusta

CO277 METFORMINA EM UTENTES COM DIABETES E INSUFICIÊNCIA RENAL: CICLO DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE

Liliana Silva1, Bruna Guimarães1, Diogo China1, Elvira Sampaio1, Filipa Martins1, Sofia Baptista1
1USF Serpa Pinto

18:30 Workshop - Capacitação do Médico de Família na Contraceção Intrauterina

Apoio Bayer

Dinamizadores: Vera Pires Silva
                          Médica de Família. USF Colina de Odivelas – ACES Loures-Odivelas, ARS LVT

                          Ricardo Santos
                          Responsável área da saúde da mulher Bayer           

 

  • Apresentação novo curso prático
  • O papel do Médico de Família da contraceção
  • Update em Contraceção Intrauterina

 

Estudos da Organização Mundial de Saúde assinalam que 1 em cada 4 gravidezes não são desejadas. Estes dados demonstram a necessidade de avigorar a comunicação e interação entre os profissionais de saúde e as suas utentes sobre contraceção. Uma maior exploração das necessidades e expectativas das mulheres em relação à contraceção pode levar à expansão do conhecimento, discussões mais eficazes e maior probabilidade de escolha do método contracetivo mais apropriado. Estes fatores são traduzidos numa maior facilidade de adesão ao método e, em última análise, podem contribuir para uma redução na taxa de gravidez indesejada.

 

A contraceção intrauterina é um método de longa duração extremamente eficaz e com os melhores índices de satisfação e continuidade. Os Cuidados de Saúde Primários desempenham um papel fulcral no aconselhamento contracetivo e podem assumir-se como o principal veículo para que este método se generalize nos centros de saúde portugueses. Para tal, torna-se necessário, em primeira linha, facilitar que muitos médicos de família deem os primeiros passos na contraceção intrauterina. É neste sentido que a Bayer vai promover diversos cursos sobre contraceção, sobretudo de contraceção intrauterina.  Nesta ação, destacam-se mesas-redondas com cenários de aconselhamento que exploram diversos mitos, preocupações e dificuldades dos profissionais de saúde, mas também oficinas práticas, que vão permitir aos participantes treinar a técnica de colocação de dispositivos intrauterinos, com metodologia hands-on e recurso a modelos anatómicos.

 

Neste workshop propomos uma discussão sobre contraceção intrauterina, e apresentação dos próximos cursos presenciais em contraceção intrauterina, a ocorrer em vários pontos do país nas próximas semanas.

21:00 Simpósio GSK

Hot Topics na prevenção

Moderador:      Nuno Jacinto
                        Médico de Família. USF Salus, ACES Alentejo Central, ARS Alentejo

Novo paradigma no tratamento da DPOC
Rui Costa
Médico de Família. Diretor Adjunto da Direção de Serviços Médicos da Sãvida Medicina Apoiada, SA. Coordenador do GRESP - Grupo de estudo de doenças respiratórias da APMGF

Vacinação contra a DMI: onde estamos e para onde vamos?
José Aparício
Pediatra. Coordenador do Serviço de Atendimento Pediátrico, H. Lusíadas Porto

Efeitos da DPOC e Doença Invasiva Meningocócica podem ser evitados ou mitigados  

A prevenção em saúde vai estar em grande destaque no Encontro Nacional deste ano, graça ao simpósio «Hot topics na prevenção», apoiado pela GlaxoSmithKline (GSK). Nesta sessão será abordado, em particular, o novo paradigma no tratamento da doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) centrado na terapêutica tripla e o contexto atual e futuro da vacinação contra a doença invasiva meningocócica.

A DPOC foi a sexta causa de morte mais comum no mundo em 1990, prevendo-se que em 2030 seja a terceira, estando já em quarto lugar nos países desenvolvidos com aproximadamente 2,75 milhões de mortes por ano. A estratégia terapêutica defendida nas recomendações da Iniciativa Global para a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (GOLD), já desde a atualização de 2019, aponta para a utilização da terapêutica tripla (ICS/LABA/LAMA) em doentes follow-up que estavam em tratamento com  ICS/LABA ou LABA/LAMA, com o objetivo de reduzir agudizações e/ou sintomas e por sua vez reduzir a mortalidade destes doentes. Nesta sessão, serão discutidos as principais atualizações das recomendações GOLD 2020, qual o significado de prevenção no tratamento da DPOC e como a terapêutica tripla pode impactar o tratamento destes doentes.       

Já relativamente à doença meningocócica invasiva, esta é uma doença com uma elevada letalidade (5 a 14%) e uma frequência significativa de sequelas graves (cerca de 20%), mesmo com tratamento apropriado. Embora estejam descritos 13 grupos, a quase totalidade dos casos de doença são provocados pelos grupos A, B, C, Y, W e X. A forma mais eficaz de controlo da infeção meningocócica é a prevenção através da vacinação.

Para além da vacina conjugada contra o meningococo C, incluída no Programa Nacional de Vacinação (PNV) desde 2006 (levando à quase ausência de casos de doença por este grupo nos últimos anos), surgiu também recentemente a decisão de incluir a vacina contra a MenB no Programa Nacional de Vacinação (PNV). Esta decisão permitirá, a partir de outubro de 2020, aumentar a taxa de cobertura das crianças abrangidas pelo PNV, protegendo um dos grupos etários em maior risco para esta doença. Mas e após a efetiva implementação do novo PNV? Que desafios se perspetivam no horizonte em relação à vacinação contra a MenB?

17:00 Comunicações Livres - Apresentação de Relatos de Caso

Moderadores: Jorge Brandão 
                         Médico de Família. Vice-Presidente da Federação Internacional Balint

 

CO104 FILHO, JÁ VOLTO! (A EQUIPA DE FAMÍLIA COMO GESTORA DE LAÇOS E EMOÇÕES)

Ana Rafela Alves Fernandes Gave1, Fátima da Cruz;1, João Braga Simões1
1USF Uarcos

CO138 DOENÇA DE BUERGUER: VAI-SE O TABACO, FICAM OS DEDOS…

Anabela da Costa Balazeiro1, Dinis Oliveira2, Joana Sousa3, Rosário Quinta1, Sara Mortágua1
1USF Norton de Matos, 2UCSP Montemor-o-Velho, 3USF Briosa

CO213 ´´OLHAR PARA LÁ DO QUE SE VÊ´´

Francisca Cardia1, Paulo Carvalho1, Vanessa Salvador Nunes1
1USF Terras de Azurara

CO246 DISFAGIA: NEM TUDO É ORGÂNICO

Paulo Jorge Pinto de Barros1, Pedro Alexandre Fernandes Vieira1, Rita João Cordeiro1
1USF Mondego

18:30 Comunicações Livres - Apresentação de Trabalhos de Investigação

Moderadores: Tiago Maricoto
                         Médico de Família. USF Aveiro/Aradas, ACES Baixo Vouga, ARS Centro
 

CO049 CARCINOMA COLORRETAL NOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS: RASTREIO E INCIDÊNCIA

José Miguel Soares Paiva1, Luís Miguel de Mendonça Soares Santiago1
1Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra

CO194 FALHAS NA REFERENCIAÇÃO HOSPITALAR POR MGF – UM RETRATO DA CONSULTA DE SAOS

Inês Isabel Alves Vidreiro1, Margarida Valente1
1USF Travessa da Saúde

CO208 CONTATOS VIA EMAIL - UMA FORMA DE ACESSIBILIDADE? ANÁLISE NUM FICHEIRO MÉDICO

Mariana Filipa Gomes Loureiro1, Pedro Bairrada1
1USF Fernando Namora

CO267 FATORES DE RISCO CARDIOVASCULAR MODIFICÁVEIS NO MOMENTO DE UM EVENTO CEREBROVASCULAR

Lara Filipe Cabrita dos Reis Pires Pereira Alferes1, Ana João Taveira1, André Roque1, Eliana Bonifácio1, Pedro Damião1
1USF Aveiro/Aradas

21:00 Workshop - Gestão de multicomorbilidade na pessoa idosa

Coordenação: Grupo de Estudos de Saúde do Idoso APMGF         

Dinamizadores

Ana Vieira
Médica Interna de MGF. UCSP Barcelos / Alheira, ACES Cávado III - Barcelos / Esposende, ARS Norte

Andreia Eiras
Médica de Família. USF Rainha D. Amélia, ACES Porto Ocidental, ARS Norte
Assistente convidada equiparada a Professora Auxiliar da Escola de Medicina da Universidade do Minho

Liliana Silva
Médica Interna de MGF, USF Serpa Pinto, ACES Porto Ocidental, ARS Norte

Maria João Macedo
Médica de Família. USF de Tadim, ACES Cavado I – Braga, ARS Norte.Pós-graduação em Geriatria

 

Multimorbilidade define-se pela existência concomitante de duas ou mais comorbilidades médicas ou psiquiátricas relacionadas, ou não, entre si.

Associado ao avanço dos cuidados médicos que permitem o aumento da sobrevida do individuo com doença crónica, a proporção da multimorbilidade tem vindo a aumentar, estimando-se que seja de 50% dos indivíduos com >65 anos e 80% dos indivíduos com > 85 anos. As patologias mais prevalentes são a osteoartrose, a hipertensão arterial, a diabetes mellitus, a obesidade e a doença cardíaca isquémica.

As principais dificuldades na abordagem da multimorbilidade na consulta de MGF relacionam-se com a fragmentação dos cuidados, a inaplicabilidade das guidelines orientadas para doenças específicas, as dificuldades na aplicação dos cuidados centrados na pessoa e as barreiras no processo de partilha de decisão.

São objetivos deste workshop o treino da abordagem do doente com multimorbilidade nos Cuidados de Saúde Primários, nomeadamente através dos seguintes princípios:

  • Individualização das recomendações clínicas e alvos-terapêuticos,
  • Abordagem centrada no doente e sua funcionalidade e não na doença,
  • Instrumentos de apoio à prescrição farmacológica e não farmacológica
  • Continuidade de cuidados

 

O doente com multimorbilidade é complexo, heterogéneo e necessita de cuidados acrescidos, apresentando-se como um grande consumidor de recursos de saúde primários e hospitalares. Consequentemente, a multimorbilidade é um problema de saúde pública e dos cuidados de saúde nas sociedades modernas.

Os Médicos de Família, apesar de estarem numa posição privilegiada para prestar cuidados de continuidade, deparam-se com várias barreiras na abordagem destes doentes, tendo que equacionar e priorizar patologias e tratamentos com a vontade do doente e com os recursos disponíveis em consulta.

Com este workshop, o GESI pretende demonstrar e dotar os seus participantes de ferramentas que permitam otimizar a abordagem do doente com multimorbilidade.

f

09:00 Na hora do interno: Internato em Tempos de Pandemia

Moderadora:    Vera Pires Silva
                         Médica de Família. USF Colina de Odivelas – ACES Loures-Odivelas, ARS LVT. Departamento de Internos e Jovens Médicos                               de Família da APMGF

 

Paulo Guariento
Médico Interno de MGF. USF Carnide Quer, ACES Lisboa Norte, ARS LVT

Carlos Cardoso
Médico Interno de MGF. USF Condeixa, ACES Baixo Mondego, ARS Centro

Mariana de Azevedo Brites
Médica Interna de MGF. USF Corino de Andrade, ACES Grande Porto IV - Póvoa de Varzim/Vila do Conde, ARS Norte

Isabel Santos
Médica de Família. Presidente do Colégio de Especialidade de MGF da Ordem Médicos

Ana Dantas
Médica de Família. USF São Martinho de Alcabideche, Diretora de Internato do ACES Cascais, ARS LVT

Maria da Luz Loureiro
Médica de Família.  ACES Porto Oriental. Coordenadora do Internato de MGF. Presidente da CRIMNorte

 

A pandemia da COVID-19 teve um profundo impacto na prestação de cuidados de saúde e exigiu várias alterações e adaptações ao nível do Internato Médico de Medicina Geral e Familiar. Várias questões e dúvidas permanecem em aberto e pretende-se nesta sessão uma conversa enriquecedora onde se explorará algumas dessas incertezas.  Será o Programa de Internato alvo de alterações? As épocas de avaliação manter-se-ão? Estará a qualidade dos estágios garantida durante o período da pandemia? Estas e muitas outras interrogações serão abordadas na sessão.

10:00 As múltiplas faces da Demência

Moderador:      Nuno Florêncio
                         Médico de Família. Hospital da Luz Clínica da Amadora. Formação Avançada em Saúde                                                       Mental pela Universidade Católica Portuguesa. Grupanalista e psicoterapeuta psicodinâmico

 

Frederico Couto
Médico Psiquiatra. Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital de Santa Maria. Professor Auxiliar de Farmacologia da Faculdade de Medicina de Lisboa. Doutoramento em Medicina, especializado em Gerontopsiquiatria. Investigador sobre Dementia no Instituto de Medicina Molecular
 

Juliana Castelo
Médica Neurologista. Serviço de Neurologia do Hospital Beatriz Ângelo e Hospital CUF Torres Vedras

Mariana AneteMira
Médica de Família. Pós-graduação e competência em Cuidados Paliativos e Pós-graduação em Geriatria. Coordenadora duma Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativas e médica assistente duma população geriátrica.

O envelhecimento da população tem levado ao incremento dos casos de demências, estimando-se cerca de 160.000 doentes em Portugal, dos quais 50-70% corresponderão a Doença de Alzheimer e cerca de 76.000 estão medicados com fármacos antidemenciais. O Médico de Família segue as pessoas ao longo da vida, pelo que pode intervir na prevenção das demências, diagnóstico precoce, referenciação atempada, paliação de sintomas e abordagem do impacto da doença no doente, nos cuidadores e na família. Esta mesa procura reunir colegas de várias especialidades e com diferentes competências para se discutirem gold standards do seguimento do doente com demência, na perspetiva do médico de família, de forma abrangente e tirando partido da rede de cuidados de saúde atualmente disponível.

11:00 Carreira Médica - avançar é preciso!

Moderador:      Miguel Pereira
                        Médico de Família. USF Mondego, ACES Baixo Mondego, ARS Centro. Direção da APMGF

 

Rui Nogueira
Médico de Família. USF Norton de Matos, ACES Baixo Mondego. ARS Centro. Presidente da APMGF

Jorge Roque Cunha
Secretário Geral do SIM

Rosa Ribeiro
Médica de Família. USF Aquae Flaviae, ACES Alto Trás-os-Montes - Alto Tâmega e Barroso, ARS Norte. Diretora de Internato. Membro da Comissão Executiva da FNAM (Federação Nacional dos Médicos) e do SMN (Sindicato dos Médicos do Norte) 
 

Mário Jorge Neves
Médico de Saúde Publica. Coordenador do grupo de trabalho independente incumbido de elaborar um novo relatório das carreiras médicas
 
Carreira médica, é algo que passa despercebido à maioria dos colegas por várias razões:

-Esteve suspensa quase uma década, e caiu no esquecimento;

-Durante o internato não é um tema abordado e a maioria dos colegas internos apenas pretende ser “Especialista”;

-SIADAP, quase não é implementado em médicos e é totalmente desajustado da realidade;

-As funções de cada categoria (assistente, assistente graduado e assistente graduado sénior) estão aparentemente invertidas em MGF, devido à reforma dos CSP.

Torna-se por isso necessário, “acordar” os colegas para a existência da carreira médica, sua valorização e atualização. Aumentar a celeridade dos concursos para progressão na carreira, que dependem da ACSS.
Assim, nesta sessão, teremos a participação dos sindicatos para discutir um tema fundamental para a valorização do trabalho médico.

12:00 Simpósio Grunenthal - O porquê de uma consulta de dor nos Cuidados de saúde Primários

Moderação:      Nuno Jacinto
                         Médico de Família. USF Salus, ACES Alentejo Central, ARS Alentejo

Raul Marques Pereira
Médico de Família. USF Lethes, Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), ARS Norte. Coordenador do Grupo de Estudos da Dor APMGF

Em 2015, a USF Lethes, que serve cerca de 16.000 utentes e está inserida na ULS do Alto Minho, criou a primeira consulta em Portugal dedicada à avaliação e tratamento de Dor Crónica em Cuidados de Saúde Primários (CSP). Esta consulta é suportada num protocolo de referenciação e atuação baseado na melhor evidência científica disponível.

Sempre que o Médico de Família faz o diagnóstico de dor crónica a um utente, pode encaminhá-lo a esta consulta para que tenha um seguimento específico ao nível da avaliação e tratamento da dor. A consulta de dor é realizada por um médico da USF Lethes com formação específica em conjunto com uma enfermeira da mesma unidade. O acesso à consulta é rápido (tempo médio de espera de 15 dias) e o utente é acompanhado até ter a dor controlada. A monitorização da evolução clínica é feita através de escalas de dor e de qualidade de vida, validadas para Portugal.

Até ao momento foram realizadas cerca de 2000 consultas tendo-se verificado que mais de 80% dos utentes da consulta de dor estão muito satisfeitos com esta consulta e que mais de 70% mostraram uma melhoria importante nos scores de dor e de qualidade de vida. Em média o controlo de dor atinge-se em 3 meses.

O protocolo de consulta foi atualizado em 2018 com uma revisão da evidência publicada. Com esta atualização torna-se possível replicar este modelo e desenvolver uma consulta específica por Centro de Saúde permitindo a criação de uma “via verde” para o tratamento de Dor em Portugal.

14:30 Simpósio LEO Farmacêuticos

Psoríase: fisiopatologia, tratamento e o papel da MGF na gestão da doença

Moderador:      Nelson Rodrigues
                        Médico de Família. USF Arquis Nova, CS Darque, ULS Alto Minho, EPE

Fernando Mota 
Dermatologista no Hospital da Senhora da Oliveira – Guimarães

A psoríase é uma doença inflamatória crónica que afeta cerca de 2-3% da população, com um impacto relevante na qualidade de vida dos doentes. Trata-se de uma patologia imuno-mediada, inflamatória, sistémica, que envolve não só a pele, mas igualmente as articulações e outros órgãos e sistemas, particularmente o cardiovascular. A incidência e prevalência aumentada de comorbilidades como a obesidade, diabetes, hipertensão e dislipidémia associada à aterosclerose acelerada decorrente da inflamação sistémica, resulta num aumento de doença cardiovascular e uma diminuição da esperança média de vida em cerca de 5-7 anos.

A fisiopatologia da psoríase envolve fatores genéticos e ambientaise a ativação do sistema imune inato e adaptativo, com a participação de múltiplas células e citocinas inflamatórias.

Clinicamente, distinguem-se vários subtipos, sendo a psoríase crónica em placas a mais comum, a qual representa cerca de 70-80% dos casos. Ccaracteriza-se por placas eritematosas recobertas por descamação prateada, que se localizam essencialmente aos cotovelos, joelhos, região lombo-sagrada e couro cabeludo.

O tratamento da psoríaseengloba terapêutica tópica, fototerapia, terapêutica sistémica convencional e terapêutica biológica e deve ser escolhido a caso a caso, tendo em conta não só a gravidade da doença, mas igualmente as comorbilidades do doente. Por fim, é igualmente importante a educação do doente no sentido da adoção de um estilo de vida saudável com perda de peso, cessação tabágica e atividade física.

15:30 Medicação na gravidez

Moderadora:    Ana Luísa Matias
                        UCSP Vale Arunca, ACES Pinhal Litoral, ARS Centro 
 

Vera Pires da Silva
Médica de Família. Colina de Odivelas – ACES Loures-Odivelas, ARS LVT

Catarina Reis de Carvalho
Médica Interna de Ginecologia/Obstetrícia. Departamento de Obstetrícia, Ginecologia e Medicina da Reprodução, Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte

A gravidez é um processo fisiológico, vivenciado por milhares de mulheres ao longo do tempo. Embora não seja um estado de doença, muitas mulheres apresentam condições patológicas que podem justificar a necessidade de medicação.

Os Médicos de Família são um elemento chave na vigilância das grávidas e são muitas vezes a primeira linha a quem estas recorrem em situações de doença.

O conhecimento da medicação que não acarreta risco para a grávida, nem para o feto, é essencial para garantir a qualidade da sua vigilância ao longo do seu processo assistencial.

Nesta sessão pretende abordar-se as principais condições com as quais os Médicos de Família lidam na sua prática, nomeadamente lombalgia, rinite/ sinusite, cefaleia/enxaqueca, antibioterapia, depressão, diabetes, hipertensão, gastroenterite, cistite, entre outras.

Através de uma apresentação dinâmica e com recurso a casos clínicos, será feita a sistematização das opções terapêuticas em diferentes contextos clínicos.

16:30 Custos e carga de Doença Aterosclerótica

Moderador:      Rui Nogueira
                        Médico de Família. USF Norton de Matos, ACES Baixo Mondego. ARS Centro. Presidente da APMGF

 

Miguel Gouveia
Economista. Professor da Catolica Lisbon School of Business and Economics

Comentadores:Luis Pisco
                        Médico de Família. Presidente do Conselho Diretivo da ARS de Lisboa e Vale do Tejo

                        António Vaz Carneiro
                        Faculdade de Medicina de Lisboa. Diretor, Centro de Estudos de Medicina Baseada na Evidência.

A sessão terá por base o estudo “Custo e Carga da Aterosclerose em Portugal”, uma iniciativa do CEMBE, do Centro de Estudos Aplicados da Universidade Católica e da Sociedade Portuguesa de Aterosclerose, que contou com a colaboração da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, a qual permitiu o acesso ao registo de dados clínicos de adultos com pelo menos uma consulta em cuidados de saúde primários no ano de 2016.

 

Este estudo teve como objetivos medir e avaliar o impacto da aterosclerose ao nível dos recursos económicos que lhe são afetos bem como quantificar, num índice global (anos de vida ajustados pela incapacidade), os efeitos da aterosclerose na saúde da população portuguesa.

 

Estima-se que as diferentes manifestações clínicas da aterosclerose afetem cerca de 740.000 adultos em Portugal Continental. Em 2016 ocorreram 15.123 óbitos por aterosclerose (6.887 por doença cardíaca isquémica, 7.592 por doença vascular cerebral isquémica, 25 por doença arterial periférica e 619 por aterosclerose noutros territórios arteriais), o que corresponde a 14% dos óbitos totais ocorridos em Portugal.

 

O custo global da aterosclerose em 2016 foi estimado em cerca de 1,9 mil milhões de euros. Deste total, 16% resulta de cuidados prestados no contexto dos cuidados de saúde primários (consultas e meios complementares de diagnóstico), 16% no ambulatório hospitalar, 10% no internamento, 16% em medicamentos (prescritos em qualquer contexto de saúde) e os restantes 42% por custos indiretos (perda de produtividade por não participação no mercado de trabalho ou absentismo). O custo total atribuído à aterosclerose representou cerca de 1% do PIB e 11% das despesas de saúde em 2016 para Portugal.

17:30 CONFERÊNCIA - Oftalmo Topics

Coordenadora:Clara Jasmins
                        Médica Interna de MGF. USF Venda Nova, ACeS Amadora, ARSLVT

 

Diagnóstico precoce do Retinoblastoma

Guilherme Castela
Médico Oftalmologista. Serviço de Oftalmologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.Chefe da Secção de Órbita e Oculoplástica do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.Assistente convidado da cadeira de Oftalmologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.Responsável pelo tratamento do Retinoblastoma do Centro de Referência Nacional em Onco-Oftalmologia.

O Retinoblastoma é o tumor ocular maligno mais comum em idade pediátrica. No nosso País existem cerca de 6 a 8 novos casos por ano. Em 90 % dos casos aparecem antes dos 5 anos, sendo a idade média de diagnóstico de 12 meses nos casos bilaterais e de 24 meses nos unilaterais. A principal manifestação clínica deste tumor é a Leucocória e ocorre em 60 % dos casos

O seu diagnóstico e tratamento precoce são essenciais, já que quando é tratado numa fase em que ainda está confinado ao globo ocular, a sua taxa de sobrevivência é superior a 95%, mas cai de forma abrupta quando o tumor invade a órbita ou metastiza à distância, podendo levar à morte.

A pesquiza do reflexo vermelho é a forma mais eficaz para diagnosticar precocemente este tumor. A fotografia com flash também é uma arma importante no diagnóstico precoce e muitas vezes é o primeiro sinal de alarme para os pais destas crianças. Todas as crianças devem ser rastreadas desde que nascem e pelo menos até aos 5 anos de idade.

18:30 GPS na Dermatologia – Guia de Pintas e Sinais

Moderador: Nina Monteiro
                   Médica de Família. USF Bom Porto, ACES Porto Ocidental, ARS Norte

Rosa Mascarenhas
Dermatologista/Venereologista. Responsável pela Dermatologia doHospital Distrital da Figueira da Foz

Luís Pinho Costa
Médico de Família. USF Amanhecer, ACES Gondomar, ARS Norte

Os motivos de consulta relacionados com patologias dermatológicas estimam-se que sejam cerca de 20% das consultas realizadas no âmbito da Medicina Geral e Familiar.

Contudo, dada a vastidão de alterações cutâneas que podem surgir, os Médicos de Família podem não estar completamente familiarizados com as queixas dermatológicas que lhes surgem na prática diária. Mais ainda, diferentes patologias podem ter apresentações muito semelhantes e serem difíceis de diagnosticar.

Nesta sessão pretende abordar-se lesões dermatológicas muito frequentes, mas que tantas vezes levantam dúvidas e que podem ser confundidas entre elas: nevos, dermatofibromas, queratoses seborreicas, quistos, entre outras.

Através de uma apresentação dinâmica e com recurso a imagens exemplificativas, será feita a sistematização destas lesões e discutida qual a orientação que deve ser dada a cada uma.

17:00 Comunicações Livres - Apresentação de Relatos de Caso

Moderadores: Lurdes Matos
                        Médica de Família. USF Gil Eanes, ULS Alto Minho, EPE, ARS Norte

                        Alexandre Rebelo-Marques
                        Médico de Família. USF Condeixa, ACES Baixo Mondego, ARS Centro

 

CO061 ´´DOUTOR, SINTO-ME DOENTE! ´´

Luís Carlos Rodrigues Fonseca1, Daniela Mateus1, António Lemos1
1USF Grão Vasco

CO184 A COMPLEXA GESTÃO DA POLIMEDICAÇÃO NOS UTENTES IDOSOS – A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO

Ana Margarida da Silva Gonçalves1, André Rainho Dias1, Nadina Sousa1
1USF Santiago

CO258 TONTURAS OU VERTIGENS - EIS A QUESTÃO!

Lara Fernanda de Melo Cabral1, Joana Sanches1, Conceição Maia1, Diogo Carneiro2
1USF BRIOSA, 2Serviço de Neurologia - CHUC

CO260 A DOENÇA DA MODA, OU A MODA QUE SUGERE A DOENÇA? – A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO

Diana Cláudia Duarte da Rocha1, Helder Farias Antunes Farinha1, Tania Monteiro Ferreira1
1USF Progresso e Saúde

CO264 A DEMÊNCIA PARA ALÉM DO TRATAMENTO FARMACOLÓGICO – A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO

Filipa Neves Ribeiro1, Angela Teixeira2
1USF Nova Via, 2USF NOVA VIA

17:00 Comunicações Livres - Apresentação de Revisão de Tema

Moderadores: Cláudia Vicente
                         Médica de Família. USF Araceti, ACES Baixo Mondego, ARS Centro

           André Reis
           Médico de Família. UCSP Santa Maria 1, ACES Alto Trás-os-Montes – Nordeste, ARS Norte


CO026 IMPACTO DA CONTRACEÇÃO HORMONAL ORAL NO DESEJO SEXUAL FEMININO

Ana Catarina Fortunato da Silva1, Ana Rita da Silva Pereira1, Cláudia Palmeira1
1USF Moliceiro

CO217 O IDOSO COM DIFICULDADE EM COMUNICAR - COMO AVALIAR A DOR?

Lara Isabel Pires Luís1
1USF Freamunde

CO255 HAVERÁ ASSOCIAÇÃO ENTRE O TEMPO SENTADO E A MORBIMORTALIDADE CARDIOVASCULAR?

Filipa Neves Ribeiro1, Ana Vidal1, Angela Teixeira1
1USF Nova Via

CO257 OS NOVOS CANABINÓIDES E A VELHA DOR CRÓNICA

André Manuel Rodrigues Mesquita1
1USF Sanus Carandá

18:30 Workshop - Diabetes Mellitus no Adulto: Diferentes Fenótipos, Diferentes Abordagens

Coordenação: Grupo de Estudos da Diabetologia APMGF          

Dinamizadores

Manuel Rodrigues Pereira
Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal

Ângela Santos Neves
Médica de Família. USF Araceti, ACeS Baixo Mondego, ARS Centro

Daniela Correia
Médica de Família. UCSP Vagos II - ACeS Baixo Vouga, ARS Centro

Luiz Miguel Santiago
Médico de Família. USF Topázio, ACES Baixo Mondego, ARS Centro. Professor Associado com Agregação, Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra

 

Quando pensamos no modo como a Diabetes Mellitus (DM) é diagnosticada: pela Glicemia ou HbA1c, podemos percecionar uma sensação de simplicidade relativamente à doença. Pensar que se trata de um distúrbio da glicemia que evolui de forma mais ou menos silenciosa e que termina invariavelmente na terapêutica com insulina é um pensamento de muitas das pessoas que seguimos. Podemos pensar, num primeiro e muito superficial olhar, que se trata de um problema que afeta as pessoas de forma relativamente homogénea. Percebe-se, no entanto, que a DM é na verdade uma entidade muito diversa, quer do ponto de vista fisiopatológico, quer do ponto de vista de apresentação clínica. Pensar a diabetes na sua vertente puramente metabólica é redutor e esquece tudo aquilo que a envolve e a pessoa a quem dirigimos os nossos cuidados.

A DM nos anos mais recentes tem sido dividida essencialmente e de forma muito genérica em: DM tipo 1, DM tipo 2 e “outras formas de diabetes” que inclui a Diabetes Latente Autoimune do Adulto (LADA) e várias formas monogénicas da DM.

Focando este Workshop no adulto, é fundamental entender que duas pessoas que desenvolvam DM neste período da vida, podem ter fenótipos totalmente distintos desta entidade nosológica, o que tem implicações no desenho do seu plano terapêutico e objetivos metabólicos. Desta forma, é fundamental avaliar as características do doente que possam influenciar a sua abordagem, nomeadamente: idade, IMC, duração da doença, existência ou não de complicações micro ou macrovasculares, risco de hipoglicemias, presença de doença renal crónica, aspetos económicos, entre outros. Perceber os diferentes fenótipos da diabetes tem implicações na nossa forma de cuidar e individualizar o tratamento e cuidado a pessoa com diabetes.

São objetivos deste workshop:

  • Sensibilizar os participantes para o facto da DM poder adotar apresentações clinicamente distintas em diferentes pessoas;
  • Desenvolver nos participantes competências para personalização da terapêutica da pessoa com DM, tendo em conta os diferentes fenótipos da doença.
21:00 Comunicações Livres - Apresentação de Relatos de Prática

Moderadores: Marta Lopes
                         Médica de Família. USF Planície, ACES Alentejo Central, ARS Alentejo

           Miguel Pereira
           Médico de Família. USF Mondego, ACES Baixo Mondego, ARS Centro

 

CO048 REVISÃO DA POLIMEDICAÇÃO NA USF SÃO JOÃO DO ESTORIL

Maria Lopes Tavares de Pina1, Ana Filipa Nascimento1, Ana Isabel delgado1, Claudia Gama Elias2, Miriam Silva2
1USF São João do Estoril , 2Unidade Orgânica Flexível de Farmácia

CO068 OPERACIONALIZAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS DE LITERACIA EM SAÚDE EM GRUPOS VULNERÁVEIS NUMA USF

Luís Filipe Meireles Cavadas1, Carla Longras1, Helena Brandão1, Joana Teixeira e Silva1, Nídia Silva; Raquel Reis Lima1
1USF Lagoa, ULSM

CO165 Novembro: MÊS DA DIABETES

Bárbara Cardoso Barbosa1, Mariana Rodrigues1, Sílvia Neves1, Rita Pereira1, Rita Gomes1
1USF VitaSaurium

CO183 ACREDITANDO NA QUALIDADE DOS CUIDADOS PRESTADOS

Joana Ferreira de Oliveira1, Tiago de Castro Almeida1, Ana Sara Silva1, José António Moreira1
1USF Manuel Rocha Peixoto

CO212 PROCEDIMENTOS NUMA USF

Bruno Miguel Figueiredo Valentim1
1USF CONDEIXA

21:00 Comunicações Livres - Apresentação de Trabalhos de Investigação

Moderadores: Nina Monteiro
                         Médica de Família. USF Bom Porto, ACES Porto Ocidental, ARS Norte

                         António Foz Romão
                        Médico de Família. USF Marés, ACeS Oeste Norte, ARS LVT

 

CO011 A DEPENDÊNCIA VIRTUAL - O JOGO PATOLÓGICO ONLINE

Rosana Andreia Vilar Campos1, Coralie Alves2, Gorete Costa1
1USF Lígios, 2ACES CÁVADO III-Barcelos/Esposende

CO115 PERFIL DAS MULHERES QUE REALIZAM IVGS – ONDE O MÉDICO DE FAMILÍA DEVE ESTAR ALERTA

Catarina Neves dos Santos1, Beatriz Chambel2, José Prado Gonzalez3
1USF Ramada, 2USF Novo Mirante, 3Hospital Beatriz Ângelo

CO133 GRIPE E VACINAÇÃO, A REALIDADE DE DUAS UNIDADES DE SAÚDE

Marta da Cunha Costa e Silva1, Mariana Duarte2
1USF Trilhos Dueça, 2USF Araceti

CO134 DIABETES MELLITUS- CARACTERIZAÇÃO DE UM FICHEIRO NUMA UNIDADE DE SAÚDE FAMILIAR

Andreia Abreu Fernandes1
1USF Lauroé

CO169 GANHOS EM SAÚDE E SATISFAÇÃO DOS PARTICIPANTES DO GRUPO DAR CORDA AOS TÉNIS

Rita Rouçado Abelho1, Catarina Catroga2, Mafalda Grafino3, Andreia Serrinha4
1USF Artemisa, 2USF Carcavelos, 3USF São Domingos de Gusmão , 4USF Kosmus

17:00 Comunicações Livres - Apresentação de Revisão de Tema

Moderadores: Vera Pires Silva
                         Médica de Família. USF Colina de Odivelas – ACES Loures-Odivelas, ARS LVT

                        João Ramires
                        Médico de Família. UCSP de Cascais, ACES Cascais, ARS LVT.

 

CO034 QUAL O EFEITO DO TREINO DE FORÇA EM DOENTES COM FIBROMIALGIA? - UMA REVISÃO BASEADA NA EVIDÊNCIA 

Filipe Malva Simões Vaz1, Jose Pedro Silva2
1Dr , 2USF Marquês Marialva

CO035 EFICÁCIA DA ACETILCISTEÍNA NA MELHORIA SINTOMÁTICA NAS INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS AGUDAS - RBE

Diana Catarina Magalhães Coelho1, Ana S. Fernandes1, Sofia Gonçalves Ribeiro1, Rui Miguel R. F. Malha1, Sénia Sousa Guerreiro1
1USF Fernão Ferro Mais

CO052 EFETIVIDADE DO TAPENTADOL NA DOR ONCOLOGICA – UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

Ana Rita Aguadeiro Santos Baptista1
1Usf Conde Saúde

CO070 ABORDAGEM DA ACNE EM CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS – UMA REVISÃO DE TEMA

Ana Claudia Cerqueira Magro Lopes1, Teresa Guerreiro Martins1, Chelsea Araújo1, João Almeida Santos1, Sílvia Gonçalves1
1USF Monte Pedral

17:00 Discussão Posters

Temas Revisão

Moderadores:Mónica Fonseca
                      Médica de Família. UCSP Alameda, ACES Lisboa Central, ARS LVT

                      Gisela Costa Neves
                      Médica de Família. UCSP S. Sebastião, ACES Arrábida, ARSLVT.

                      Jorge Brandão
                       Médico de Família

PO106HAVERÁ BENEFÍCIO EM TRATAR O HIPOTIROIDISMO SUBCLÍNICO NA GRÁVIDA?
Inês Ferreira dos Santos, Pedro Vasconcelos, Rita Bernardino Figueiredo

PO116PROFILAXIA DE INFEÇÕES DO TRATO URINÁRIO COM ARANDO VERMELHO – QUAL A EVIDÊNCIA?
Ana Sofia Rocha de Matos, Carlos Abreu, Diana Gonçalves, Carla Resende

PO263A AUTO-PALPAÇÃO DA MAMA É EFICAZ NA REDUÇÃO DA MORTALIDADE? UMA REVISÃO BASEADA EM EVIDÊNCIA
Paulo Jorge Pinto de Barros, Pedro Alexandre Fernandes Vieira, Rita João Cordeiro

 

Relato Caso

Moderadores: Helena Gonçalves
                       Médica de Família. USF Planície, ACES Alentejo Central, ARS Alentejo

                       Ana Nunes Barata
                       Médica de Família. UCSP da Buraca, ACES Amadora, ARS LVT

                       Alexandra Escada
                       Médica de Família. UCSP Celas, ACES Baixo Mondego, ARS Centro
 

PO111SINAIS E SINTOMAS...GRANDE PUZZLE
Mégane Almeida Vieira, José Manuel Seara, Christelle Costa

PO185PREVENÇÃO QUATERNÁRIA - AS DÚVIDAS NO DECURSO DA MARCHA DIAGNÓSTICA
João Pedro De Carvalho Pinto Neto, Cláudia Alexandra Silva, Helena Duarte

PO265“DRª, SINTO-ME CANSADO” – A PROPÓSITO DE UM CASO CLÍNICO SOBRE CARDIOMIOPATIA HIPERTRÓFICA (CMH)
Inês Beatriz Clemente Casinhas, Sandra Filipa Ferreira, Eugénia Serafino

18:30 Simpósio AstraZenca: Da prevenção à referenciação cardiorrenal da pessoa com DMT2 na MGF

Moderador:      Rui Nogueira
                        Médico de Família. USF Norton de Matos, ACES Baixo Mondego. ARS Centro

Paulo Santos
Médico de Família. Departamento de Medicina da Comunidade, Informação e Decisão em Saúde, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto

Tiago Maricoto
Médico de Família. USF Aveiro/Aradas, ACES Baixo Vouga, ARS Centro

Da prevenção à referenciação cardiorrenal da pessoa com diabetes tipo 2 na Medicina Geral e Familiar é o tema do simpósio da AstraZeneca no 37º Encontro Nacional de Medicina Geral e Familiar. Esta iniciativa pretende discutir e destacar o contributo essencial dos médicos especialistas em medicina geral e familiar no acompanhamento da pessoa com DMT2 ao longo de toda a história natural da doença, incluindo na gestão e seguimento do doente com complicações crónicas. Serão também abordadas as mais recentes novidades terapêuticas na área da diabetes e que muito têm contribuído para reduzir a morbilidade e mortalidade das pessoas com diabetes, ao longo do contínuo de risco cardiorrenal, demonstrando o papel (e responsabilidade) do médico de medicina geral e familiar. 

Um simpósio atual e imperdível para a prática clínica de todos os médicos de medicina geral e familiar.

21:00 Workshop - Asma

Coordenação: Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias APMGF (GRES)

Dinamizadores

Jaime Correia de Sousa
Médico de Família. USF Horizonte, ACES Matosinhos, ARS Norte. Professor Associado Escola de Medicina da Universidade do Minho

Mariana Prudente

Cláudia Vicente

Médica de Família. USF Araceti, ACES Baixo Mondego, ARS Centro. Membro GRESP (Coordenação)

Ana Margarida Cruz

A asma é uma doença respiratória crónica inflamatória e obstrutiva que afeta crianças e adultos. A grande maioria das pessoas com asma deve ser seguida nos Cuidados de Saúde Primários, e a asma de difícil controlo deve ser abordada no diagnóstico diferencial da asma grave. Quando a asma não é devidamente tratada pode ter um impacto significativo na vida dos doentes, com internamentos e mortes potencialmente evitáveis e maiores custos diretos e indiretos. Quase metade das pessoas com asma não têm a doença controlada e 9 em cada 10 doentes com asma não controlada têm uma perceção inadequada do estado de controlo da sua doença.
O projeto CAPA, movimento internacional impulsionado em Portugal pelo GRESP/APMGF, visa promover os cuidados adequados à pessoa com asma.

Os objetivos delineados para este workshop são: discutir as alterações recentes nas recomendações no tratamento da asma, aumentar a consciência para os riscos na sobreutilização de broncodilatadores de curta duração de ação e promover os cuidados adequados à pessoa com asma.

21:00 Comunicações Livres - Apresentação de Relatos de Caso

Moderadores: Manuel Rodrigues Pereira
                         Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal

          Tiago Taveira Gomes
          Médico Família. USF Covelo, ACES Porto Oriental, ARS Norte

 

CO001 QUANDO O MÉDICO DE FAMÍLIA MARCA A DIFERENÇA - A PROPÓSITO DE UM CASO DE PORFIRIA CUTÂNEA TARDA

Magda Rita Ferreira Durães1, Keilla Borges1, Carlos Sécio Faria1, Rui Eusébio1, Carla Correlo1
1USF AmareSaúde

CO082 “DIU NA BEXIGA?” - UMA DAS SUAS POSSÍVEIS E RARAS COMPLICAÇÕES: A PERFURAÇÃO

Vanessa Faria Belchior1, Rita André1
1USF Charneca do Sol

CO129 DOR ABDOMINAL: UM DILEMA

Joana Carolina Palhota Antunes1, Margarida Sá1
1USF Santiago - Leiria

CO146 ANSIEDADE OU ORGANICIDADE? UM VERDADEIRO DESAFIO DIAGNÓSTICO

Francisca Campos Gomes dos Santos1, Cláudia Paulo1
1USF Buarcos

21:00 Comunicações Livres - Apresentação de Relatos de Prática

Moderadores: Marta Lopes
                         Médica de Família. USF Planície, ACES Alentejo Central, ARS Alentejo

                         Hélder Batista
                         Médico de Família. Médico Interno de MGF. USF Conde da Lousã, ACES Amadora, ARS LVT

 

CO127 LITERACIA EM SAÚDE E ISOLAMENTO SOCIAL – ALDEIA DE SANTA SUSANA

Catarina Freixo Fernandes1, Dra. Maria Isabel Reis Pedroso Lima1, Enf.ª Ana Paula Parreira Palmeirinha1, Professor Júlio Nunes2
1UCSP Alcácer do Sal , 2Câmara Municipal de Alcácer do Sal

CO130 A RODA VAI À ESCOLA

 

Marta da Cunha Costa e Silva1, António Carvalho1, Cristina Moreira1, Joana Cunha Santos1
1USF Trilhos Dueça

CO241 RELATO DE PRÁTICA DE UM ANO DE CONSULTA DE CESSAÇÃO TABÁGICA NUMA UNIDADE DE SAÚDE FAMILIAR

Tiago Castro da Cunha1, João Mendes1, Pedro Alves1
1USF D. Sancho I

CO254 PELA TUA SAÚDE DIZ NÃO AO TABACO

Vanessa Salvador Nunes1, Francisca Cardia1, Elizabeth Pinto1, Liliana da Silva Correia1, Paulo Carvalho1
1USF Terras de Azurara

17:00 Discussão Posters

Avaliação e Melhoria Continua da Qualidade

Moderadores:   Isabel Jacob
                         Médica de Família, Clínica de Santa Filomena e apoio a Consulta Aberta do Centro de Saúde Militar de                               Coimbra

           Armando Brito de Sá
           Médico de Família. USF Conde Saúde, ACES Arrábida, ARS LVT

           Paulo Santos
           Médico de Família. Departamento de Medicina da Comunidade, Informação e Decisão em Saúde,                         Faculdade de Medicina             da Universidade do Porto

PO163QUALIDADE DO REGISTO DA INTENSIDADE DA DOR EM TRÊS UNIDADES DE SAÚDE FAMILIAR
Bárbara Cardoso Barbosa, Soraia Ribeiro, Mariana Rodrigues, Sílvia Neves, Ana Carolina Roque, Joana Matos

 

PO191MCQ ACOMPANHAMENTO DOS UTENTES COM FIBRILAÇÃO/FLUTTER AURICULAR SOB DOAC – 2ª AVALIAÇÃO
Sara Manuela Pereira da Silva, Ana Luisa Pires, Raquel Nadais Pinheiro, Flávia Soares, Juliana Castro, Marta Gomes

 

Investigação

Moderadores:   Alberto Pinto Hespanhol
                         Médico de Família.

          José Augusto Simões
          Médico de Família. USF Caminhos do Cértoma, ACES Baixo Mondego, ARS Centro

          Nuno Florêncio
          Médico de Família. USF Gerações, ACES Lisboa Norte, ARS LVT

PO076FATORES ASSOCIADOS À PREFERÊNCIA DE MORTE NO DOMICÍLIO
Rita Fontes de Carvalho da Cunha Ferreira, Manuel Luís Capelas

PO198ESTARÃO AS DOSES DE NOACS ADEQUADAS AOS DOENTES IDOSOS?
Joana Rita Brito Matos, Teresa Matos Queirós, Regina Belo

PO221HIPERTENSÃO ARTERIAL E COMORBILIDADES ASSOCIADAS NUM CONJUNTO DE DOENTES DA LEZÍRIA
João Pedro de Sousa Mendes, Tiago Castro Cunha, Pedro Alves

 

Relato Prática

Moderadores:   Sofia Azevedo
                         Médica de Família. USF Uarcos, ULS Alto Minho EPE

           Miguel Pereira
           Médico de Família. USF Mondego, ACES Baixo Mondego, ARS Centro

                         Ana Rita Magalhães
                        Médica de Família. USF Coimbra Norte, ACES Baixo Mondego, ARS Centro

 

PO033ÀS VOLTAS COM A GRIPE! - UMA CAMPANHA DE SENSIBILIZAÇÃO…
Cátia Freitas Tomé De Andrade, Sara Alexandra Araújo dos Reis, Ana Isabel Cordeiro Machado, Daniela Ferrão Bagnari de Castro, Rodrigo Massa Tavares

PO180UMA SEMANA NA REALIDADE RURAL - RELATO DE PRÁTICA
Beatriz Meneses, André Rainho Dias

PO204INVESTIGAR PARA APRENDER: UM PROJETO DE LITERACIA EM SAÚDE
Rafaela de Passos, Joana Gonçalves

18:30 Workshop - Entrevista clínica de um adolescente em MGF

Coordenação: Grupo de Estudos da Família APMGF          

Dinamizadores

Ana Rita Matos
Médica de Família. USF Lusa, ACES Lisboa Ocidental e Oeiras, ARS LVT

Clara Gonçalves
Médica de Família. UCSP Barcarena, ACES Lisboa Ocidental e Oeiras, ARS LVT

A adolescência é uma fase conturbada com alterações bio-psico-sociais que interferem no bem-estar individual, com alterações da dinâmica familiar. Torna-se importante avaliar estas dimensões na tentativa de melhorar os cuidados em saúde, tornando o tripé assistencial mais efetivo (médico de família - MF, família e adolescente), com responsabilização e tarefas diferentes para cada interveniente.

Com este workshop pretende-se:

  • Alertar os profissionais de saúde para a utilização de ferramentas que melhorem a entrevista clínica com o adolescente: HEEADSSSS, triângulo (família-amigos-escola) e instrumentos de avaliação familiar
  • Sensibilizar o papel do MF na identificação e prevenção de problemas nesta faixa etária.
  • Discussão da aplicação prática na consulta diária do MF.

 

A intervenção e acompanhamento do crescimento individual durante a adolescência pressupõe ganhos em saúde, como prevenção primordial, evitando o aparecimento de fatores de risco para diversas patologias, sobretudo em saúde mental. O MF encontra-se num papel importante na identificação e entrevista clínica, dado que mantém cuidados longitudinais a toda a família, com privilégio do acompanhamento individual de um adolescente.

 

21:00 Apresentação e discussão de Protocolos

Comentadores: Victor Ramos
                           Médico de Família. USF S. João do Estoril, ACES Cascais, ARS LVT

                           John Yaphe
                           Médico de Família. Professor Associado, Universidade do Minho

                           Luiz Miguel Santiago
                           Médico de Família. Professor Associado com Agregação, Faculdade de Medicina da Universidade de                                   Coimbra

CO171 CUIDADOS PALIATIVOS NOS UTENTES COM DPOC – SERÁ UMA NECESSIDADE REAL?

Carolina Alexandra Batista dos Santos Tojal Rebelo1, Alexandra Táboas2, Helena Brandão3, Telma Reis4
1USF Espaço Saúde , 2USF Covelo , 3USF Lagoa , 4USF da Barrinha

CO193 AVALIAÇÃO DA RELAÇÃO ENTRE O AUMENTO PONDERAL NA GRAVIDEZ E O PESO DA CRIANÇA AOS 5 ANOS DE IDADE

Maria Emília dos Santos Faria1, Ana Barroso Miranda1, Elsa Rodrigues2, Francisca Silva3, Joana Ferreira de Oliveira4, José Miguel Moura5, Laura Igreja2, Pedro Santos Sousa6
1USF São João de Braga , 2USF Maxisaúde , 3UCSP Celorico de Basto , 4USF Manuel Rocha Peixoto , 5USF Vida + , 6USF Gualtar

CO231 PROTOCOLO DE ESTUDO: ATIVIDADE FÍSICA EM MÉDICOS E ENFERMEIROS DE FAMÍLIA

Paulo José Pina Barreto Augusto1, Ângela Costa2, Inês Rua3, Catarina Fortunato4, Ana Rita Pereira4, Luís Monteiro5
1USF ESGUEIRA + , 2USF Senhora de Vagos , 3USF Santa Joana , 4USF Moliceiro , 5USF ESGUEIRA +-; Center for Health Technology and Services Research, Faculty of Medicine, Univ. Porto

CO233 AVALIAÇÃO E MELHORIA DA QUALIDADE NA APLICAÇÃO DE CONSENTIMENTOS INFORMADOS NUMA USF

Inês Isabel Alves Vidreiro1, Ana Margarida Gomes1, Ana Monteiro Pereira1, Ana Rute Marques1, Inês Antunes1, Mafalda Caldas1
1USF Travessa da Saúde

CO245 INTERVENÇÃO NA GESTÃO DA PRÉ-OBESIDADE EM CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS, UM ENSAIO CLÍNICO PILOTO

Ana Cristina Franco Spínola1, Helena Conceição1, Ana Raquel Andrade2
1SESARAM EPE, Centro de Saúde do Bom Jesus, Ilha da Madeira, 2SESARAM EPE, Centro de Saúde do Caniço, Ilha da Madeira

17:00 Apresentação e discussão de Protocolos

Comentadores: Victor Ramos
                           Médico de Família. USF S. João do Estoril, ACES Cascais, ARS LVT

                           John Yaphe
                           Médico de Família. Professor Associado, Universidade do Minho

                           Luiz Miguel Santiago
                           Médico de Família. Professor Associado com Agregação, Faculdade de Medicina da Universidade de                                   Coimbra

CO080  MOTIVOS DE NÃO ADESÃO AOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

Francisco Sampaio1, Ana Catarina Esteves2, Daniela Torrinha3, João Sá        Monteiro4, Maria José Correia1, Marta Veloso5
1USF Oriente, 2USF Conde de Oeiras, 3USF Oeiras, 4USF S. Julião, 5USF Delta)

CO144 PERFIL DE UTILIZAÇÃO DAS CONSULTAS MÉDICAS PELOS GRANDES UTILIZADORES NUMA USF DO SEIXAL

Patrícia Sofia Figueira Barrancos1, Filipe Mateus1, Filipa Duarte Silva1
1USF Cuidar Saúde - ACES Almada-Seixal

CO148  PRESCRIÇÃO DA VACINAÇÃO ANTIPNEUMOCÓCICA NA DOENÇA RENAL, CARDÍACA E HEPÁTICA CRÓNICA

Maria Isabel Rodrigues Fragoso1, Marta Costa Cardoso1, Joana Oliveira Silva1, Cláudia A Vicente1, Ângela Santos Neves1
(1USF Araceti)

CO155 - DOSEAMENTO VITAMINA D EM DOENTES COM SÍNDROMES MAL ABSORTIVOS

Mafalda Nobre Aveiro1, João Baptista2, Cátia Brito3, Melanie Azeredo1, Daniela Emílio1
(1USF Ossónoba , 2USF Al-gharb , 3USF Âncora)

CO236 - PRESCRIÇÃO DE ANTIBIOTERAPIA NA PAC EM ADULTOS IMUNOCOMPETENTES NUMA USF

Juliana Carina Silva Morais1, Tatiana Peralta1
(1USF Serra da Lousã)

18:30 As 10 evidências clínicas de 2019

Moderador:  Tiago Maricoto
                    Médico de Família. USF Aveiro/Aradas, ACES Baixo Vouga, ARS Centro

 

António Vaz Carneiro
Instituto de Saúde Baseada na Evidência, Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e Cochrane Portugal

Raquel Vareda
Instituto de Saúde Baseada na Evidência, Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e Cochrane Portugal

Juan José Rachadell
Instituto de Saúde Baseada na Evidência, Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e Cochrane Portugal

19:00 Cerimónia Encerramento

Entrega do Prémio ARTICULA 2020

 

Entrega dos Prémios de Comunicações Orais e Posters

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